domingo, 5 de agosto de 2012

Professores Reféns!

Esses dias eu tava lerdando no Facebook e me deparei com essa aqui:

Me lembrou dos tempos que minha mãe lecionava no estado e das histórias que ela trazia de outros colegas professores, além de histórias que eu mesmo ouvia de alguns amigos e das escolas que estudaram, até mesmo das particulares. O que está escrito na imagem é uma triste realidade, já ouvi a história de um aluno que ameaçou enfiar uma bala nos dentes do professor caso o mesmo não o aprovasse; em outra, dessa vez numa escola particular, o aluno ameaçou dar uma surra no professor porque ele havia "dado" uma nota baixa a ele; ou outros, muitos, que levam drogas pra vender perto da escola ou já chegam lá drogados.
Se eu for parar pra citar todos os casos, essa postagem será composta só por citações. O fato é que mesmo que um aluno não compareça às aulas e não tire as notas exigidas, ele DEVE ser aprovado, porque é o que o governo quer, não importa a nota, importa que ele foi aprovado e ponto final, e isso é triste. Ou seja, nesse ponto a culpa é do sistema educacional que permite que esse tipo de coisa aconteça.

Para completar a lista, entram dois fatores: 1 - o professor é quem dá a nota, se o aluno tirar nota baixa, a culpa é do professor e não do aluno que não estudou, não prestou atenção na aula ou que nem se deu ao trabalho de ir na mesma; e 2 - educação quem tem que dar é professor, escola que não educa, não é eficiente e sim incopetente.

Minha opinião: 1 - Aluno(a) que vai pra escola tem que prestar atenção na aula, tem que ir à aula e tem que estudar pra passar, se ele tira uma nota baixa é porque ele ou não conseguiu conciliar o conhecimento e passar pro papel ou porque foi desleixado e não quis saber de estudar e o resultado é a nota que ele recebeu. FATO! Não há como dizer não, no máximo o dito cujo trabalha ou teve que dar mais atenção a assuntos que realmente exigiam sua presença com a família,  mas pai e mãe que se preocupam com o futuro do filho preferem suar e deixar o filho estudando do que comprometer o futuro do mesmo.

E 2 - Educação vem de CASA! Do berço, do convívio familiar, de pai, de mãe, de exemplos e cuidados dentro de casa! A escola que se propõe a educar irá apenas complementar a educação da criança com algo extra, como o ensino religioso que as escolas católicas passam. E mesmo que professores tentem, são centenas de alunos pra educar, o máximo que se consegue é dar algumas dicas. Se os pais são violentos, ou desleixados, ou alcoólatras ou tenham quaisquer outras características que prejudiquem o crescimento da criança, e a mesma não quiser se apoiar em pessoas de fora pra ser diferente, não tem educação relâmpago de escola que resolva!

 Para completar o ciclo temos verbas destinadas à educação sendo desviadas para outras coisas como estádios que mal saíram do rascunho e pros bolsos de gente eleita que se aproveita do povo. Não obstante temos uma geração de estudantes relapsos que consideram a leitura algo chato e consideram ler uma página inteira uma atividade hércula! Como se exigisse muito.

É uma via de mão dupla: enquanto não há investimentos por parte do governo, não há esforço por parte daqueles que estão perdendo, os estudantes, no final das contas quem pagará o preço é a nação!

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Não se fazem mais jogos como antigamente...

Já ouvi essa expressão muitas vezes e até já me utilizei da mesma, mesmo não sendo um "gamer", como os jogadores de video game se referem a eles mesmos, com recursos e dinheiro pra ficar jogando N jogos e sempre por dentro das últimas novidades, mas o fato é que a realidade é essa e ela afeta cerca de 90% dos jogos que são lançados de uns anos pra cá.
 
Antigamente não haviam recursos suficientes pra satisfazer o usuário com gráficos bonitos e uma cena em CG, computação gráfica, já enchia os olhos do povo, portanto o negocio era investir numa história legal e num conteúdo técnico elaborado pra chamar a atenção do povão, personagens carismáticos também, claro. Hoje em dia temos uma geração de "gamers" que prezam tanto pelo fator gráfico que em seus feedbacks o argumento maior vai pra esse ponto e é nisso que as empresas de jogos se dedicam.

Além do fator gráfico, parece que a tendência é que os jogos contem uma história e o jogador apenas viva ela apertando meia dúzia de botões descansada e pausadamente para conseguir chegar ao tão esperado final e poder aproveitar os extras do jogo, quando tem, ou jogar da famosa "live" - se bem que alguns jogos, mesmo tendo um modo single player, são mais jogados no modo multiplayer do que no single. Ouvi falar que em um desses últimos Final Fantasies que lançaram aí o jogador pouco controla o protagonista, não controla os aliados e que basta ficar apertando "O" (bola, das teclas do controle) pra avançar, pelo que entendi, basta confirmar as ações pra o jogo avançar por si só.

Não estou dizendo que quanto melhor os gráfico, pior o jogo, não! Mas venhamos e convenhamos, tem muito jogo por aí seguindo essa linha. Posso dizer que existem jogos com gráficos ruins, que hoje em dia não chegam aos pés dos últimos lançamentos, mas que dão de 10 em cima dos atuais e tem uma grande popularidade. Há uns anos atrás velocidade, raciocínio, reflexos e paciência levavam um "gamer" ao final do jogo, hoje em dia ele só precisa de interesse.

Como disse, há uma parcela de uns 10% de jogos, ou menos, que se destacam, jogos que são lançados com uma boa qualidade gráfica, um bom enredo, bons personagens e uma dificuldade razoável ou acima da média, para dar fome de vitória e deixar o jogador interessado nas próximas fases. As vezes quero pensar que a dificuldade elevada dos jogos de antigamente se deviam, me referindo principalmente aos jogos de plataformas como Super Nintendo e Playstation, à pouca mobilidade e limitação no que diz respeito a interação com o ambiente, em muitos jogos do presente, o fator ambiente ajuda muito quando você pode interagir com o mesmo.

Já vi empresas de jogos fazendo relançamentos em 8 bits, de video games como Game Boy e Nintendinho, para video games como Wii, XBOX, Playstation 3 (pra esse eu não tenho certeza, mas acho que sim), numa tentativa, creio eu, de jogar nos jogadores antigos uma sensação de nostalgia e nos novos uma idéia de como a coisa rolava anos atrás, mas acho que o que falta não é olhar pra trás e pegar o que foi feito lá e jogar aqui, nas plataformas atuais, e sim olhar pra trás, ver a fórmula da coisa no passado e adaptá-la para o presente.

Afinal um jogo bonito é de encher os olhos, mas se ele for fácil demais, não vai nem dar tempo de dar tesão!

domingo, 15 de julho de 2012

Onde está a cultura?

Segundo o Dicionário Michaelis: cultura é "14 Antrop Estado ou estágio do desenvolvimento cultural de um povo ou período, caracterizado pelo conjunto das obras, instalações e objetos criados pelo homem desse povo ou período; conteúdo social."

Conforme a Wikipédia: "Aquele todo complexo que inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os outros hábitos e aptidões adquiridos pelo homem como membro da sociedade."

Já fazem alguns anos que me desliguei de alguns grupos onde eram muito comuns citações como "fulano é sem cultura", ou "esses pagodeiros/forrozeiros são sem cultura", ou "funkeiros não tem cultura", entre outras nesse gênero. Até hoje vejo/ouço pessoas dizerem isso, independente dos grupos sociais dos quais façam parte, normalmente a "acusação" da falta de cultura partia do fato, ou do suposto fato, de que o alvo da mesma, ou alvos, gostavam de coisas que os acusadores não gostavam ou porque faziam apologia a drogas, promiscuidade e afins.

Porém isso é algo bastante difundido em nossa sociedade e mesmo esses ditos que reclamam desse tipo de coisa as praticam, alguns se drogam, outros saem "pegando geral" e/ou fazendo sexo sem compromisso com qualquer um/uma e no entanto continuam fazendo as mesmas acusações. Reclamam que não há cultura, mas o que é ter cultura? Será porque eles deveriam, na mente de quem acusa, estar fazendo as mesmas coisas que este gosta de fazer? Ou será porque eles deveriam estar lendo Machado de Assis, Don Casmurro, Clarice Lispector entre outros? Ou ouvindo Dominguinhos, Djavan, Chico Buarque, Elba Ramalho, Luiz Gonzaga, Cartola e similares?

No meu ver era combater fogo com fogo! De que adianta um pagodeiro reclamar de cultura se ele continua fazendo coisas que em nada denotam cultura? Rebolar, ouvir música sem conteúdo, pegando todas (ou dizendo que pega), assim como forrozeiros e funkeiros; Porém, de que adianta um nerd/geek/metaleiro/otaku reclamar do que um faz se ele fica ouvindo música de países do outro lado do oceano, vendo desenhor de olhos grandes, jogando jogos de violência gratuita e/ou estrangeiros e coisas que gente desse grupo faz que, de acordo com seus próprio entendimentos sobre cultura, não são nem um pouco culturais!

Vale salientar que não adianta falar mal de ausência de cultura de um dos lados dessa briguinha porque sexo e drogas são coisas banalizadas em ambos os lados e tem gente se drogando e transando por aí aos montes ou fazendo N coisas relacionadas e continuam com as acusações. Me desculpem, mas é muita hipocrisia!

Levando em conta as definições no início da postagem, pode-se compreender que ambos os lados reclamam de coisas vãs, já que podemos viver em uma mesma sociedade onde há uma grande variedade de culturas, cada uma com seus textos, músicas e costumes. O que nos leva, resumidamente falando, que essas discussões sobre cultura são causadas meramente pelo desprezo que um grupo sente pelo outro, independentemente do motivo, mas que em muitos casos não passa de demonstrações de hipocrisia.

Obs.: Normalmente quem se dói com esse tipo de coisa está assinando embaixo que é/foi hipócrita.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Investimentos Externos...

Nossa! Passo um tempo resolvedo assuntos particulares e me esqueci completamente desta criança, vamos retomar o tempo perdido, ou pelo menos tentar.

Por volta do fim do ano passado e início deste andei vendo umas notícias que falavam sobre investimentos por parte do governo brasileiro em países do outro lado do oceano, não posso deixar de registrar a revolta que tive na época. Sabemos muito bem que esses acordos entre países são, na teoria, maravilhosos, mas na prática alguém sempre sai perdendo e, por mais que eu apoie a antiga presidência do país, não posso deixar de assinalar o quão revoltante essa ação é! 

Some isso ao fato de que o Brasil sempre perde muito mais do que outros países nestes acordos e coloque a palavra Copa e temos um bom motivo. Discorda? Vejamos: quantos hospitais temos no país, que estão abarrotados de pacientes? Quantos serviços públicos temos pedindo greve por mal pagamento ou cortes de verbas? Quantas escolas necessitam de investimentos porque parte dos recursos destinados à educação foi parcialmente ou totalmente cortado em algumas regiões? Salários, verbas para despesas gerais, manutenção, material, arrendamento, aluguéis etc, a lista é grande!

E por falar em copa, alguém mais ficou sabendo que algumas obras já estão gastando mais do que era previsto até o final da obra? "Tá Zero! Mas isso é normal em qualquer obra, até nas privadas!", concordo, mas são milhões de reais a mais de que estou falando, muitos milhões que saem de bolsos de pessoas de bem ou mesmo das que não são, mas que dão sangue e suor pra quem sabe ter uma aposentadoria decente e um lugar melhor para viver e no entanto vemos tudo isso escorrendo pro bolso de alguém ou de alguns, porque isso é notório, só quem recebe permanece oculto nas sombras, ou os que sabemos que recebem continuam com sua barreira de advogados caros ou imunidade política (no meu ver uma das piores coisas que inventaram desde que o país adquiriu sua "independência").

Tive aulas com um auditor fiscal aposentado e ele mesmo falou, como uma pessoa que via essas coisas em decorrência da posição que ocupara, que para mudar a base do problema, a mudança teria que vir do topo, do núcleo, ou seja, de quem quer que esteja por trás de toda a falcatrua que vemos, ou dos responsáveis por isso, mas acho difícil que alguém abra mão de seus charutos cubanos e bebidas caras à beira de uma piscina numa cobertura, tudo financiada com dinheiro público, para pensar num bem maior, afinal de contas "povo burro, gera politico corrúpto!".

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Guns N'Roses & Cia Ltda

Antes de mais nada, gostaria de divulgar que houve uma nova postagem no Velho da Caverna. Por favor, leiam e comentem.
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Nunca fui, nem me considerei fã do Guns N'Roses, independentemente da fase da banda, mas sempre soube admirar algumas de suas músicas e o talento de seus músicos e estou aqui para deixar minha opinião não a respeito da banda, mas dos críticos dela, que sonham com coisas impossíveis.

Seria muito bonito e agradável se um cantor/músico conseguisse manter o pique de dez, vinte ou trinta anos atrás até hoje, como as notas impossíveis e estrondosas de Rob Halford, a habilidade na guitarra de Mark Knopfler, a velocidade de Slash e de vários outros cantores (as) e músicos. O mesmo vale para o tão odiado Axl Rose, que, no passado, conseguiu acabar com a banda, Guns N'Roses, demitindo todos os seus integrantes e mudando de formação ao longo de dez anos carregando a promessa do tão aguardado album Chinese Democracy.

O problema de muitos Headbangers, Metaleiros, Posers, Críticos e afins por aí é querer trazer para o âmbito de capacidade musical o que ele fez com a banda. Dizer que ele canta mal, depois de quase ou mais de duas décadas longe de um palco com a formação original da banda, só porque ele detonou a formação que estourou o tímpano e incendiou corações rebeldes de jovens em todas as épocas é, no meu ver, criancice! 

Vamos ser realistas: você curte Judas Priest há anos e sempre deu valor à forma como Rob Halford cantava, caso vá em um show hoje, você espera mesmo ouvir aquele mesmo timbre e potência de vinte anos atrás? Espero que a resposta seja negativa, senão você não tem o direito de falar, com credibilidade, claro, da capacidade vocal do Axl Rose. Assisti parte da apresentação do Guns no Rock in Rio e, cá pra nós: foi boa. Nem ruim, nem ótima. Boa. Afinal o cara passou por poucas e boas e querer dizer que ele canta mal ou que nunca mais será a mesma coisa de antes, só porque ele estragou a banda... desculpa cara, cresça antes de falar algo assim!

A BANDA! Ah! A banda. "Repleta de bizarrices", dizem uns, "erraram muito", dizem outros. Cruzes! Vocês ficam olhando todos os riffs, notas e acordes tocados a cada momento? Vou pra um show pra curtir um som e, sinceramente, mesmo conhecendo a música de cabo a rabo, to pouco me lixando se o cara erra aqui e ali, eles podem ter errado algumas vezes, poucas, de fato nem notei, mas dizer que houve uma chuva de erros, é exagero; E chamar os caras de bizarros é assinar, novamente, atestado de "boy", criança. 

Qual banda de rock dos anos oitenta ou setenta pra cá não tinha seu punhado de bizarros, ou "freaks" pros mais vendidos, exemplos? Slash na sua época com certeza estava entre eles, com aquele jeito diferente; Ozzy, precisa explicar? Várias bandas do Glam, Melódico, Death, Black, Doom etc etc etc com suas particularidades, figurinos e vocal diferente do "normal" causavam um certo impacto. Fora que em termos de aparência, no rock essa é uma das coisas que faz alguém famoso, pode ter certeza que em muitos ambientes o que tornou Slash famoso não foram seus riffs e sim aquela cartola esquisita em cima da cabeleira, ou o shortinho daquele guitarrista do AC/DC.

Analize bem o porque você critica uma banda: pela mudança ou por outros motivos e veja qual deles faz de você a piada!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

As tais CEIs dos Contratos

A algum tempo atrás eu fi uma postagem tentando explicar o que foi o tal #ForaMicarla, movimento no Twitter que buscava o impeachmente da prefeita de Natal no RN, cidade onde moro, e todo o movimento que aconteceu em virtude disso, Facebook e Orkut. Bom, falei das tais CEIs dos contratos e que fim levou a épica batalha dos estudantes contra a prefeita que os fez cair no papo de um vereador que os convenceu a lutar por uma investigação de uns contratos de alugueis e serviços da prefeita.

O fato é que quando foram finalemnte abrir a Comissão Especial de Inquérito dos ditos contratos, depois de muuuuuuito tempo discutindo quem iria ficar contra quem, quem iria abrir, fechar, administrar, contabilizar, programar, finalizar etc etc etc.. Algum espertinho falou que deveriam abrir mais 3 CEIs para investivar algumas coisas da gestao anterior, irregularidades na gestão de Carlos Eduardo, prefeito que antecedeu Micarla de Souza. Parem e pensem. É brincadeira né?

Como se não bastasse, iniciou-se mais uma longa discussão sobre abrir ou não essas 3 CEIs, prioridades - a CEI dos contratos ou as 3 CEIs da gestão anterior? Vale salientar que já fazem mais de 3 anos que Micarla é prefeita, porque só agora abrir essas CEIs em cima do que Carlos Eduardo fez? Chama-se "encher linguiça". Simples assim.

E pra completar, foi dito que estava próximo o tal recesso dos vereadores e que CEI deveria ser aberta antes dele ou só depois, cerca de dois ou três meses depois, o fato é que enrolaram legal esse papo e ficou pra depois do recesso e até agora não vi os jornais locais, que acompanharam o caso, relatarem qualquer coisa sobre esses contratos da prefeita, que diga-se de passagem já foram investigados com muito mais eficiência pela mídia e foi mostrado pra todos verem que tinha malandragem da dita cuja nesse dinheiro do povo.

É isso, perdão pela demora demasiada em postar a respeito, mas esse é o desfecho da historinha.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Os Guerreiros da Luz (por Paulo Coelho)

Os guerreiros da luz mantém o brilho nos olhos. Estão no mundo,
fazem parte da vida de outras pessoas, e começaram suas jornadas
sem alforje e sem sandálias. Muitas vezes são covardes.
Nem sempre agem certo. Sofrem por coisas inúteis, tem atitudes
mesquinhas e às vezes se julgam incapazes de crescer. Frequentemente
acreditam-se indignos de qualquer bêncão ou milagre. Nem sempre
tem certeza do que estão fazendo aqui. Muitas vezes passam noites
em claro, achando que suas vidas não tem sentido. Por isso são 
guerreiros da luz. Porque erram. Porque se perguntam.
Porque procuram uma razão - e com certeza vão encontrá-la.


Paulo Coelho (retirado do Manual do Guerreiro da Luz)